domingo, 17 de agosto de 2008

Escrita Ideal

Meu ideal seria escrever sentimentos. Trasnferi-los para o papel de forma tão intensa que quando alguém terminasse a leitura, sentisse exatamente o que eu senti ao escrever. Escrever poemas para os apaixonados, crônicas felizes para os solitários, dissertações para os céticos, livros para os aventureiros. Escrever tão ferozmente que, ao terminar, não sentisse mais raiva, tristeza ou solidão.
E os textos seriam escritos, lidos e esquecidos... Não importa. Palavras não são importantes. O que importa é como a poesia nas palavras tocará o íntimo de cada um...
E só assim, os textos terão valido à pena.
E o meu ideal ainda seria escrever...


às vezes a gente encontra algum exercício legal no livro de português... (sim, isso é um exercício pra aula de redação)

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Inexplicável


Algumas coisas são simplesmente inexplicáveis. E eu não sei porque todas essas coisas inexplicáveis acontecem ao mesmo tempo. É uma mistura de todos os extremos: o quente e o frio, a serenidade e a agitação, os batimentos acelerados e a parada cardíaca. Confesso que havia esquecido o que é tudo isso... Mas essas coisas acabam voltando com força, quando a gente menos espera. E o pior é que é algo completamente inevitável. Simplesmente acontece, e tão intensamente, que você nem percebe, até que já eseja completamente envolvido, seguindo por um caminho sem volta. E você deseja achar um sentido, uma luz entre as árvores, mas você continua no escuro... Sem saber o que fazer ou o que esperar... Até que você se dá conta de como isso é bom. De um jeito um pouco estranho, diria eu, mas mesmo assim, bom. É como a felicidade... Espera aí, mas não é felicidade? Oh, não sei. Estou tentando descobrir. Às vezes devemos vendar os olhos e jogarmo-nos em um precipício, sem saber o que nos espera lá em baixo... Porque mesmo que não seja algo tão bom, voaremos. E isso, oh, isso é algo incomparável!